são paulo, 21 de outubro de 2006
prezado sr. fotógrafo retratista da pós-contemporaneidade ardesignística paulistana, Sr. Eduardo Barrox:
è impossível esquecer-me de anterioridades que no fundo do funmdo mesmo você é um artista de se apaixonar-se insandecidamente acopladamente fascinoradamente a cada pulso do pulsar do dardo da insígnia que acompanha qualquer fusão de sinapse cerebraniana de uma simples observadora como EU. As minhas formas de mergulhar sobre os planos geometrais das emanações prismáticas ofuscos dos embriões das luzes que se compôem e se in terpenetram-se diantes destes meus pequenos olhos castanhos meio-claros macadâmios inscreveram-se sempre nesta temporalidade desta nossa CABEÇA HUMANA PRIMAL MUSA PROTO-PULSIONAL. ( Já que no fundo de tudo mesmo , a nossa ORDEM CELESTIAL esta sempre ali mesmo nas AMORFINIDADES DAS PRÉ-HISTORICIDADES DAS CRIAÇÕES DA VIDA POR ESTE VASTO PLANETATERRAMAMÃEAFORAE ADENTRO.OirracionalincomodaàumamulherDEESPÉCIE/ESTIRPE NOBRE
comoEU